Falar do The Oranges no último post me lembrou de uma banda muito bacana, também lá do Japão.
(E não, esse blog não vai dar lugar a um blog sobre J-Pop. Ou vai?)
“…o ex-ator Tetsuo Narikawa , que interpretou Kenji “Spectreman” , faleceu no dia 1° de janeiro em Tokyo. Narikawa, de 65 anos, tinha câncer de pulmão há alguns anos e lutava contra a doença.”- via 100grana.wordpress.com
Putz, que deprê. Descanse em paz, Spectreman.
Mais uma prova da visão de Silvio Santos: na internet, assim como no Show de Calouros, não existem talentos inúteis, você que ainda não achou seu palco.
Via email de Rodrigo Leme – Ismaubáites
Como sempre, os japoneses chegam primeiro.
Com vocês, The Oranges, o que só pode ser descrito como “japonês fazendo japonezices”.
Hoje é o Dia Mundial Sem Carro. Como o nome já diz, é um dia dedicado não usar aquela coisa pela qual você pagou R$ 20-30 mil, paga R$ 1500-2000 de seguro + R$800 – 1500 de IPVA. Para deixar na garagem. E claro, para desfrutar do maravilhoso sistema de tranporte público da cidade.
E para fazer uma diferença? Não, para pagar uma de moderno e descolado, “eco consciente”.
O primeiro livro de que tenho lembrança de ter ganho foi um Livro da Juventude, uma coleção de histórias, anedotas e outros do Reader’s Digest. O livro era de 1968, acho que meu avô o deu para mim lá por volta de 1983, 84. Consigo ainda lembrar claramente passsagens dele, como se o tivesse em mãos agora.
Livros produzem reações que vão além do conteúdo. O toque, o cheiro, o contexto com que você ganha ou compra um livro são parte de uma experiência completa, experiência essa que a modernidade ainda não conseguiu reproduzir. Por isso, e compelido por um debate com meu prezadíssimo mestre Carlos Nepomuceno, resolvi escrever sobre o assunto.

Todo dia que chego em casa, dou um osso para meu cachorro. Quando chego no portão, o bicho fica doido; não por saudade de mim, mas porque sabe que é hora do agrado. Porém, nos últimos dias percebi que o osso que eu dava para ele não era roído ali, no próprio local. Ele largava em um canto da sala, da cozinha ou dos corredores do andar dos quartos.
Há uns 2 dias atrás, lá pela 23:00, ouvi um barulho familiar: era meu cachorro roendo os ossos que tinha largado. Achei engraçado ele fazer isso, mas fui atrás para descobrir o que tinha acontecido.
Acontece que minha mãe, sempre antes de dormir, dava um osso para ele; ela parou de fazer isso porque (segundo ela) ele dormia mal à noite quando comia osso.
Vendo esse comportamento até mais adiantado que o de um animal supostamente condicionado por estímulos, pensei em como a gente age com nossas economias. Sim, sei que é uma longa ponte entre meu cachorro e meu bolso, mas o conceito é interessante.