Silent Lucidity, Loud Insanity

Um pouco de tudo que é bacana e eventualmente útil

Blecaute

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Pedro percebe a escuridão na avenida. Ela desperta nele coisas que a luz encerrava em sua cabeça. Pedro pensa se é agora que deixará de ser a fachada de um bom homem e assumir sua doença, libertando-a sobre alguma mulher que lhe parecer mais atraente. Sente a adrenalina de um viciado ao ver uma agulha pingando.

Pedro vê Marta na porta do prédio, receosa de dar um passo à frente, presa à bolsa, como se esta fosse a sua guarda no momento em que tudo se apagou. Quer ir embora, mas o olhar mostra o medo do escuro, da rua repleta de pessoas perdidas. Teme Pedro sem nem mesmo o conhecer. Hesita.

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Escrito por Rodrigo Leme

Quarta-feira, 11 Novembro , 2009 em 9:27 pm

Publicado em Meus textos

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Teste do Kurt Russell para o papel de Han Solo em Star Wars

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Para fazer a tarde de feriado de todo mundo mais divertida…é tão ruim que não dá para NÃO assistir.

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Escrito por Rodrigo Leme

Segunda-feira, 2 Novembro , 2009 em 4:49 pm

Guardinha imperial

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A cereja no topo é a expressão corporal. De duas uma: ou ele não ganhou Toddyinho ou os rebeldes escaparam de novo.

Via web de Rodrigo Leme – Ismaubáites

Escrito por Rodrigo Leme

Sexta-Feira, 30 Outubro , 2009 em 2:23 pm

Publicado em Curiosidades

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Coisas que aprendi – errando – na internet

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putz MAIS UMA SEGUNDA-FEIRA

Minha geração não nasceu com a internet, mas passou o final da adolescência nela. Era uma época de terra de ninguém, onde a gente tentava se conduzir pelas regras de comportamento do mundo offline, mas ainda existiam muitas áreas cinzas que só o tempo resolveu.

E durante esse tempo eu errei muito. Não tem porque mentir, eu e um monte de gente tivemos deslizes que se explicam em parte pela idade, em parte por desconhecer direito no que se estava pisando. Para expurgar os pecados e passar um pouco de conhecimento adiante, aqui vão alguns erros que eu cometi e que você não deveria cometer.

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Escrito por Rodrigo Leme

Quinta-feira, 29 Outubro , 2009 em 9:50 am

“Leite com pera, Ovomaltino” – via @trabalhosujo

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Hermes e Renato é quase amador, tosco, malfeito. Eis a graça. Todo mundo conhece pelo menos um cara que é assim, que curte esse tipo de humor, que faz vídeos toscos com os amigos e bota no YouTube. E acredito que esse seja o principal motivo da importância do Hermes e Renato. É o elemento 2.0 misturado com o reality show, o “yes we can” da choldra. Fora isso eles ainda materializam piadas e brincadeiras que não têm registro oficial, piadas de fundo de sala de aula e de ônibus que são pura história oral, fadada ao esquecimento não fosse isso que chamamos de arte. Eis o papel dos caras, é mais ou menos o motivo do sucesso do Mamonas Assassinas, mas com piadas legais.

Acredito que em pouquíssimo tempo teremos uma nova geração de humoristas, diretamente influenciadas por esses caras, uma geração que vai mostrar que essa safra de stand-up sem graça que está hoje no CQC é só isso – uma geração sem graça. Que venham os bárbaros!

O Alexandre Matias acerta em cheio na análise. Escuto de muita gente que o pessoal do CQC é “ousado”. Só se ficar fazendo gracinhas no Congresso for ousado para alguém. O H&R sim é ousado, tocando em assuntos, discursos e formatos que a gente só pensa escondido.

A função do humor é provocar, mas de verdade, direto no estômago. Não com terninho preto, óculos escuros e pseudointelectualidade.

Via web de Rodrigo Leme – Ismaubáites

Escrito por Rodrigo Leme

Quarta-feira, 28 Outubro , 2009 em 1:01 pm

Publicado em TV

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Não viu os sinais vermelhos não?

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Cartum que funciona em muitos níveis…

Via web de Rodrigo Leme – Ismaubáites

Escrito por Rodrigo Leme

Segunda-feira, 26 Outubro , 2009 em 11:28 am

Vou levar você para a cama.

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(Eu evito textos mais pessoais e conversas ao pé do ouvido neste blog – mesmo tendo uma categoria chamada “pensando na vida” – mas muita gente próxima e querida está passando por muita coisa difícil, e até mesmo eu estou com alguns dilemas no presente momento, então vale escrever para todos eles, eu e de repente você que está nessa coisa esquisita que os cientistas chamam de “vida”.

Se tiver erros no texto, só digo que agora são 2 da manhã; dêem uma colher de chá, e amanhã eu reviso.)

A cama é o lugar mais difícil para quem sofre com dificuldades. É para ela que a gente leva os problemas, é ela que fica nos segurando de manhã quando não queremos sair dela e encarar o mundo. É nela que estão as nossas lágrimas e o suor da noite mal dormida.

O silêncio e a escuridão tornam a cama ainda mais cruel: ela não te ouve, por mais que você fale, e ela não responda, por mais que você peça. Por que tanta gente (acho que todo mundo) reza na cama antes de dormir e não no sofá às 16:00? Porque nessa hora a gente busca alguém que ouça a gente.

Sábado passado eu estava na região da Av. Angélica à noite e, enquanto estava na calçada, um senhor com um saco nas costas chegou perto com um punhado de moedas e perguntou quanto ele tinha na mão, pois não sabia contar. Contei R$5,20, falei com ele do valor de cada moeda, para ele identificar pelo tamanho e desenho e não pelo escrito. Eu tinha R$2,50 em moedas no bolso, adicionei e mostrei para ele que ele agora tinha R$7,70.

Ele não me agradeceu pelo dinheiro, agradeceu por eu ter ensinado ele a contar as moedas. Sério.

Não, eu não sou maravilhoso. Isso não é propaganda minha. O ponto aqui é que felicidade é bem menos do que a gente acha que é, e que a gente a tem em mais abundância do que julgamos ter. A dificuldade torna as pequenas vitórias sensacionais, como aprender a contar, e abre caminho para as grandes.

Outra coisa que se aprende desse caso que aconteceu é que a parte mais difícil dos nossos problemas é que a gente não sabe compartilhá-los com os outros. A gente se fecha, sofre quieto, chora no diabo da cama (olha ela de novo), rabisca cadernos, sofre como se ninguém merecesse nossos problemas além de nós.

Bobagem. O mundo tá cheio de gente que quer te ouvir, quer te ajudar, independente de ser seu amigo, seu familiar, sua namorada, ou aquele colega de trabalho que você nunca pensou como amigo. O que falta para a gente é verbalizar, é pedir para ensinar a contar. Eu sou feliz demais por ser cercado de pessoas sensacionais, que vão fazer desde atender ligação minha à 1 da manhã até parar o trabalho no escritório para me ouvir.

E não é egoísmo: eu faço o mesmo por essas pessoas. Eu me arrebento por essas pessoas se precisar.

O mundo está tão louco que cada vez a gente conhece menos pessoas para quem conseguimos dizer de coração “você é especial, você me faz sentir bem”. E é gente assim que eu não quero que saia nunca do meu lado. E as dificuldades que se amontoam só fazem aumentar o esforço para não perder essas pessoas.

Quantas vezes você já disse a frase acima para as pessoas que você gosta? Não deixa subentendido não: fala. Bota para fora. Diz para aquela pessoa o quanto ela te fez / faz feliz. Mostra isso.

Eu passei por muita, muita coisa no final do ano passado, e descobri que não vale nada você viver escondendo o que sente. Você tem problemas ou você está feliz? Fala. Deixa todo mundo que gosta de você saber. Seja para compartilhar a felicidade, seja para abafar a tristeza.

Use a cama só para dormir. E levante dela sabendo que nenhum problema vai te derrubar enquanto você souber pedir ajuda.

Para contar ou para viver.

Escrito por Rodrigo Leme

Segunda-feira, 26 Outubro , 2009 em 12:26 am

Whopper de 7 hamburgeres para o lançamento do Windows 7 – Olá, coronária!!

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Vídeo demonstração do Whopper comemorativo lançado pelo BK japonês para o Windows 7.

Sim, 7 hambúrgeres.

Nos dias de hoje, é legal uma empresa que te dá opções. Entre elas, escolher entre deslocamento da mandíbula por excesso de abertura ou infarto fulminante.

Via web de Rodrigo Leme – Ismaubáites

Escrito por Rodrigo Leme

Sexta-Feira, 23 Outubro , 2009 em 1:14 pm

Finalmente o clip: Weezer – ‘(If You’re Wondering If I Want You To) I Want You To’

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Escrito por Rodrigo Leme

Sexta-Feira, 23 Outubro , 2009 em 8:10 am

Publicado em Música

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Weezer – (If You’re Wondering I Want You To) I Want You To

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É meio na moda falar mal dos trabalhos recentes do Weezer, mas eu nuca consegui entender bem o porquê. O trabalho da banda nos últimos discos, se não é do mesmo nível dos primeiros discos, ainda é milhas acima de muita banda de rock moderninho endeusada nos cadernos culturais.

O Rivers Cuomo é um cara que sabe escrever música para a geração Guitar Hero / Rock Band, com melodias empolgantes e refrões absolutamente grudentos. “(If You’re Wondering I Want You To) I Want You To” é um BAITA exemplo disso: para cantar junto batendo o pé, com uma letra muito, muito bacana. Se o resto do disco novo (Raditude) vier na mesma pegada, é gol.

Vale lembrar que o clip estréia na sexta-feira, com Odette Yustman (a Beth do filme Cloverfeld) no papel principal. Fiquem de olho no weezer.com.

Via web de Rodrigo Leme – Ismaubáites

Escrito por Rodrigo Leme

Quarta-feira, 21 Outubro , 2009 em 1:34 pm

Publicado em Música

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