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Ferramenta colaborativa do MIT para rastrear emissões de carbono
O título dá apenas a principal função do SourceMap, que é identificar a origem de cada componente de um determinado produto manufaturado e identificar o impacto em termos de emissões de carbono para a sua composição.
Porém, a ferramenta aberta do MIT também possui informações detalhadíssimas de cada componente (incluindo material de referência que pode ser adicionaodo pelo usuário, como vídeos e dados), além de colocar todos os percursos de cada componente em um mapa. O aplicativo serve até mesmo para mostrar o caminho que cada item de um evento percorre ate o local do mesmo.
Grande ferramenta, que tende a ganhar em precisão com mais usuários (e alguns editores) e que realmente torna tangível o assunto de responsabilidade ambiental.
…e o outro modelo com os dois pés e a cabeça no futuro.
Quer comprar o CD do Pearl Jam novo?
Você pode comprar o CD nas lojas Target, com uma chave que permite acessar mais de 5 horas de material adicional em áudio e fazer o download de 2 shows na íntegra, de uma lista de 11 (que podem ser ouvidos em stream para ajudar na escolha). Essa chave vai oferecer futuro acesso a notícias e outros itens.
Tem também a edição especial, também na Target, que te dá um código para baixar o disco todo no Rock Band via XBox Live. Pode baixar ele no XBox Live também, se CD for muito coisa de museu para você.
Por falar em download, quer comprar no iTunes? Ganha encarte animado e acesso a itens exclusivos.
E só para deixar todo mundo feliz, a banda apóia as pequenas lojas independentes de discos, distribuindo o CD via a Coalition of Independent Music Stores.
Fala aí: PUTA idéia fazer um encarte de CD com anúncios, né não?
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Marketing, a arte da (boa?) fraude

Essa tirinha do Dilbert me acompanha há anos, desde a primeira vez que a vi na internet. Sempre achei uma bela maneira de enxergar o marketing. Apesar da impressão que o Scott Adams quis passar não bater com a minha, sempre achei que o bom marketing possui a arte da fraude em seu DNA.
Grandes inovações em pequenos detalhes.
Às vezes, o design mais simples é o mais útil. Essas etiquetas em forma de ampulheta mostram a valdiade da carne. Por serem sensíveis à amônia que a carne vai liberando conforme os dias passam, ela mouda de cor, indicando o frescor da peça.
Veja mais da exposição asiática Good Deisgn Expo no pinktentacle.com.
Lindo comercial de…do que mesmo?
Impossível saber qual o produto aqui. Feijão? Campanha anti-drogas? Campanha PRÓ-drogas?
Na verdade, quando esses singelos (e perturbadores) anúncios foram criados, não existia nenhum produto. Verdade: Mameshiba é uma marca que nasceu sem produtos. Os Mameshibas (cachorrinhos é a tradução oficial, mas mame pode significar também feijão) são animaizinhos com corpo de feijão e cara de cachorro.
Em uma ação bastante inovadora, a empresa dona da marca contratou uma das mais importantes agências de publicidade do Japão (Dentu Advertising Company) para criar uma campanha que apresentasse os personagens, para daí ver que oportunidades de negócio poderiam aparecer da popularidade obtida com a campanha.
Hoje, os Mameshibas aparecem em mais de 66 produtos diferentes, incluindo produtos de marcas top japonesas como Bandai e Taito.
Acredito que deva ser a primeira vez que uma série de anúncios é criada para dar suporte a um produto que não existe e ainda é desconhedcido. Fica a dica das animações feitas para a campanha.
O Fim da Blogosfera?- Via @mrmanson
Antigamente blog era uma das poucas opções de compartilhamento de informação, logo recebia uma dedicação quase exclusiva por parte de quem tem esta “sede”. Agora há opções para os mais diversos gostos e objetivos, logo o que antes era direcionado quase que exclusivamente para o blog, agora vai pra outras plataformas. E plataformas que tornam esta publicação / compartilhamento cada vem mais instintivas e automáticas. Não preciso mais escrever um post dizendo que gostei de um vídeo, basta clicar no “coração”, favoritando e compartilhando com todos que me seguem.
Ao mesmo tempo, um centralizador de toda esta atividade online se faz necessário. É o caminho que o Facebook parece estar querendo trilhar ao adquirir o Friendfeed. Não vamos mais acompanhar um blog, um fotolog, um twitter ou um site. Vamos acompanhar uma pessoa.
O mais importante da entrevista dele é apontar a necessidade de definção dos blogs. Todas as ferramentas de social networking tem função e interface únicas, definidas, menos os blogs, que ainda não se posicionaram nesses tempos de abundância de recursos.
Muito boa a entrevista, vale a pena ler como acompanhamento da matéria do Estadão.
Premonição 4 e seu trailer inovador
Sensacional uso da internet para um trailer de filme. Como você divulga um filme 3D em 2D? Usando todo o frame como parte do trailer, extrapolando o player.
Será que um YouTube permitiria esta descaracterização? Este tipo de modelo de negócio pode fazer a diferença entre o player do Google e competidores que querem se manter no mercado.
Reinventando o papel timbrado
Hoje houve uma discussão na empresa sobre papel timbrado, motivada pelo término de um fardo que parecia infinito (desde que eu entrei na empresa há 3 anos não fizemos um orçamento).
Parece um assunto banal, mas reflete muitas mudanças na forma de se comunicar no momento atual e na resistência de algumas empresas de se livrar do papel em alguns casos. E vale lembrar que enquanto os cartões de visita são repensados constantemente – incluindo aí até realidade aumentada – a papelaria oficial de comunicação da empresa não foi.
Levantamos alguns pontos de reflexão e gostaria que vocês participassem aqui nos comentários, para saber se estou sozinho nas minhas idéias ou não.
1. Papel timbrado da empresa é necessário?
2. Onde você usaria papel timbrado hoje?
3. Que informações da empresa você disponibilizaria em um papel timbrado?
4. Há espaço para uma inovação no formato (tamanho, gramatura, etc.)?
Eu coloquei a pergunta sobre inovação aí no meio porque é uma coisa que me pega: já vi propostas impressas de agências altamente inovadoras em formato A4 sulfite, por mais que o layout seja interessante. O timbrado precisa ser tão sisudo? Amanhã coloco minhas opiniões sobre assunto. Se puderem RT para seus seguidores no Twitter agradeço; prometo fazer um resumo dos comentários em um post futuro.
Igreja Católica – Sob Nova Direção
Gosto de igrejas mesmo não sendo católico (sou espírita), por diversos motivos que não valem ser listados para não desviar do assunto. Contudo, sempre achei que as igrejas são lugares muito intimidadores, opressivos e terrivelmente chatos. Sem necessidade.
Acho que uma religião que prega paz, amor e igualdade deve aplicar estes conceitos mais na prática. Por isso resolvi assumir o comando do marketing e vou dar algumas sugestões para a Igreja Católica Apostólica Romana se adaptar aos tempos e manter seu trabalho de pé.
The book is in the bathroom
Ultimamente, retomei as minhas compras de livros habituais, pausadas pelos reincidentes gastos com a manutenção do meu carro (já está na hora de vender), mas agora ele está 10 e minhas contas em dia. Comprei recentemente 4 livros, que estou lendo ao mesmo tempo.
Sim, ao mesmo tempo. Como um parênteses, vou explicar qual o “método”: cada um tem que estar em um lugar e relacionado a uma situação específica. Assim, não esqueço onde estava quando peguei o livro na última vez e consigo dar mais ou menos o mesmo tempo a todos.
Segue minha lista com o que eu gosto de ver em um livro e a condição de leitura de cada um (de repente meu sistema serve para você). De quebra, links no título dos livros para a página de comparação de preços no Buscapé.
