Posts Tagueados ‘hq’
Family Guy – premiere com referência ao multiverso da DC Comics
The seventh season of “Family Guy” will open with a comics and science-fiction themed premiere focused on traversing alternate realities. The episode, entitled “Road to the Multiverse” will see Stewie and Brian cross the threshold between dimensions—a practice heavily documented across comicdom, namely in DC Comics’ frequent “Crisis” events. In fact, the promotional image for the series is a spin on the recent “Infinite Crisis” miniseries.
Family Guy mais uma vez mostra porque é a série de animação mais nerd da TV. E a melhor.
The Dark Knight – tentando falar o que não foi falado…
Bem, fui assistir ontem o filme e estou apto a aprofundar algumas pré-conclusões sobre o filme. Vou fugir um pouco da resenha, para não repetir o que muitos já falaram de maneira melhor, e fazer algumas análises em cima de pequenos detalhes que me chamaram a atenção, além de um grande detalhe sobre a campanha.
Como são 3 textos, estou usando este post como “central” para eles. Os três textos são:
1. The Dark Knight: uma no cravo, outra na ferradura.
2. O Coringa: o personagem mais fácil do filme?
3. Como The Dark Knight mudou a forma de promover (e ver) cinema.
Desnecessário dizer que os textos servem basicamente para quem já viu o filme, por serem pontuados por spoilers. Se você já viu o filme ou não se importa comigo adiantando pedaços da trama, vai fundo.
The Dark Knight – Uma no cravo, outra na ferradura
(Leia antes “The Dark Knight – tentando falar o que não foi falado…“)
Tentando fugir das resenhas tradicionais do filme, vou realizar um verdadeiro tour de force dialético. Vi no filme coisas que achei muito interessantes – impressionantes até – e outras que não funcionaram tão bem e que estão sendo ignoradas no hype que a obra gerou no público.
Só para fazer graça, vou alternar entre “no cravo” (acertos) e “na ferradura” (erros).
O Coringa: o personagem mais fácil do filme?
(Leia antes “The Dark Knight – tentando falar o que não foi falado…“)
Vou tentar nesse texto ser o menos obtuso possível, pois quero realmente fazer uma análise do personagem Coringa, e não menosprezar a atuação do Heath Ledger, atraindo a ira do culto que se formou em torno dele (especialmente após sua morte). Mas é fato: o Coringa é extremamente fácil de se representar. Ele é nós.
Como The Dark Knight mudou a forma de promover (e ver) cinema
(Leia antes “The Dark Knight – tentando falar o que não foi falado…“)
Talvez o feito mais notável de “The Dark Knight” tenha sido o de criar uma legião de adoradores do filme mesmo antes do primeiro trailer pipocar nas TVs, cinemas e sites da vida. Uma série de ações bem colocadas e sem dar chance de respirar, combinadas com um empurrão do acaso, fizeram do filme um sucesso sem mal precisar dos canais tradicionais.
A Última História da Turma da Mônica
Chovia muito no bairro aquela noite. As notícias davam conta da descoberta de arqueólogos de uma nova espécie de dinossauro, com braços curtos e que se alimentava basicamente de alfaces. Chamaram-no de “Horácio”.
De qualquer maneira, em uma noite chuvosa, o crime inundava a cidade. O detetive recebeu um chamado da central: dois corpos de criança encontrados em uma rua duas quadras de onde ele estava. Respondeu o chamado e foi ao local, torcendo para que fosse um caso simples. Mas não era. Nunca é.
O dia em que Batman investigou os Beatles
Não há nenhuma banda que gere mais conversa entre tantas pessoas quanto os Beatles. Além da contribuição musical para a humanidade, que dispensa maiores comentários, a banda sempre gerou um sem número de controvérsias que ajudaram a alimentar o mito e tornar os 4 músicos de uma banda em uma entidade.
Também não há nenhuma mídia que trabalhe tanto o imaginário popular quanto os quadrinhos. As possibilidades narrativas de uma HQ são infinitas, uma vez que não está sujeita à logística hiperinflacionada de uma produção cinematográfica, e é mais atraente do que uma radiofônica.
Considerando estes dois fatores, entende-se porque a história “Dead…Till Proven Alive”, publicada originalmente na revista Batman 222 (de junho de 1970), seja tão lembrada por aficcionados tanto por HQ quanto por Beatles.
Chiclete com Banana voltou – antes tarde do que nunca
Demorou, mas finalmente bateu uma iluminação no mercado editorial brasileiro. A Devir, depois de lançar diversos títulos do Angeli no mercado (basicamente coleções de tiras) lançou o primeiro fascículo da Antologia Chiclete com Banana.
Em 16 edições mensais, o relançamento vai recapitular pedaços de todas suas edições regulares e especiais, selecionando o melhor do melhor do humor rasgante do Angeli, de seus alter egos e de seus parceiros no crime, gente não menos genial como o Laerte e o Glauco.

