Posts Tagueados ‘criatividade’
Você já leu Daisy Owl? Corra.
Daisy Owl é um dos web comics mais inventivos dos últimos tempos. Belíssimamente ilustrado pelo artista Ben Driscoll, a tira trata das histórias da família Owl: a coruja Mr. Owl e seus dois filhos humanos, Daisy e Cooper. O melhor amigo da família é Steve, um urso.
Já aguçou a curiosidade? Corre para o site.
Marketing, a arte da (boa?) fraude

Essa tirinha do Dilbert me acompanha há anos, desde a primeira vez que a vi na internet. Sempre achei uma bela maneira de enxergar o marketing. Apesar da impressão que o Scott Adams quis passar não bater com a minha, sempre achei que o bom marketing possui a arte da fraude em seu DNA.
Grandes inovações em pequenos detalhes.
Às vezes, o design mais simples é o mais útil. Essas etiquetas em forma de ampulheta mostram a valdiade da carne. Por serem sensíveis à amônia que a carne vai liberando conforme os dias passam, ela mouda de cor, indicando o frescor da peça.
Veja mais da exposição asiática Good Deisgn Expo no pinktentacle.com.
Lindo comercial de…do que mesmo?
Impossível saber qual o produto aqui. Feijão? Campanha anti-drogas? Campanha PRÓ-drogas?
Na verdade, quando esses singelos (e perturbadores) anúncios foram criados, não existia nenhum produto. Verdade: Mameshiba é uma marca que nasceu sem produtos. Os Mameshibas (cachorrinhos é a tradução oficial, mas mame pode significar também feijão) são animaizinhos com corpo de feijão e cara de cachorro.
Em uma ação bastante inovadora, a empresa dona da marca contratou uma das mais importantes agências de publicidade do Japão (Dentu Advertising Company) para criar uma campanha que apresentasse os personagens, para daí ver que oportunidades de negócio poderiam aparecer da popularidade obtida com a campanha.
Hoje, os Mameshibas aparecem em mais de 66 produtos diferentes, incluindo produtos de marcas top japonesas como Bandai e Taito.
Acredito que deva ser a primeira vez que uma série de anúncios é criada para dar suporte a um produto que não existe e ainda é desconhedcido. Fica a dica das animações feitas para a campanha.
8-Bit Trip : alucinógeno em forma de vídeo
Vídeo alucinante feito com Legos, levando todo mundo de volta para os anos 80.
Reinventando o papel timbrado
Hoje houve uma discussão na empresa sobre papel timbrado, motivada pelo término de um fardo que parecia infinito (desde que eu entrei na empresa há 3 anos não fizemos um orçamento).
Parece um assunto banal, mas reflete muitas mudanças na forma de se comunicar no momento atual e na resistência de algumas empresas de se livrar do papel em alguns casos. E vale lembrar que enquanto os cartões de visita são repensados constantemente – incluindo aí até realidade aumentada – a papelaria oficial de comunicação da empresa não foi.
Levantamos alguns pontos de reflexão e gostaria que vocês participassem aqui nos comentários, para saber se estou sozinho nas minhas idéias ou não.
1. Papel timbrado da empresa é necessário?
2. Onde você usaria papel timbrado hoje?
3. Que informações da empresa você disponibilizaria em um papel timbrado?
4. Há espaço para uma inovação no formato (tamanho, gramatura, etc.)?
Eu coloquei a pergunta sobre inovação aí no meio porque é uma coisa que me pega: já vi propostas impressas de agências altamente inovadoras em formato A4 sulfite, por mais que o layout seja interessante. O timbrado precisa ser tão sisudo? Amanhã coloco minhas opiniões sobre assunto. Se puderem RT para seus seguidores no Twitter agradeço; prometo fazer um resumo dos comentários em um post futuro.
Conteúdo é tudo (e não somente seu blog)
Estava lendo meus feeds, e achei uma pérola do (excelente) blog da 37 Signals. No texto mais recente, Matt Linderman faz uma bela analogia sobre conteúdo x visual de blogs e sites com um guitarrista. Mas a questão é mais ampla: será que você está valorizando seu visual de mais e seu conteúdo de menos? E não estou falando do seu blog…
