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Pet Sounds com Rubber Soul – via @trabalhosujo
Cara, isso é lindo demais. Quem gosta de melodias grudentas, arranjos maravilhosos e climão Beatles + Beach Boys, caia de cabeça. Muito obrigado ao Alexandre Matias por essa coisa maravilhosa.
Vai ler mais sobre isso lá n’O Esquema.
Os Beatles, explicados pelo marketing

Musicalmente é lugar comum que os Beatles são um fenômeno. Foi deles que nasceu a maioria das técnicas de composição e gravação que até hoje são standard de toda uma indústria musical que transcende o rock e abriga toda a música popular.
Detratores da banda (que existem sim) tendem a respeitar a banda, mas envenenam um pouco a avaliação colocando-a como um produto de marketing. Primeiro que o fato de um artista saber fazer marketing é questionável como ofensa, visto que música é profissão. Segundo, que o marketing da banda é tão incorporado ao que eles são e tão alinhado com sua visão artística que é impossível não considerá-lo como parte do que a banda é.
O que explica que uma banda que encerrou suas atividades há mais de 30 anos mover pessoas para comprar CDs remasterizados, videogames e todo tipo de produtos? A resposta óbvia é creditar isso à qualidade excepcional da música, mas esta só continua sendo escutada por gerações após gerações devido ao buzz, o word of mouth criado pela banda, que deu às músicas um ar mais “eterno” ainda.
Via Brainstorm#9 – Comercial de TV do Rock Band Beatles
O Lennon desse comercial me dá medo, honesto. Tem cara de bad trip ou montagem ruim. Mas fiquei arrepiado de ver de qualquer maneira.
Incrível a força do nome Beatles, que te emociona toda sua visda,, não importa há quanto tempo você conheça a banda ou quão manjadas sejam as músicas.
Os melhores covers de Beatles do Mupper Show – fantástico
Vídeos das melhores adaptações do quarteto de Liverpool feitas pelo Caco e o resto da turma. Inclui um vídeo da Vila Sésamo, igualmente delicioso para uma manhã de sábado.
O dia em que Batman investigou os Beatles
Não há nenhuma banda que gere mais conversa entre tantas pessoas quanto os Beatles. Além da contribuição musical para a humanidade, que dispensa maiores comentários, a banda sempre gerou um sem número de controvérsias que ajudaram a alimentar o mito e tornar os 4 músicos de uma banda em uma entidade.
Também não há nenhuma mídia que trabalhe tanto o imaginário popular quanto os quadrinhos. As possibilidades narrativas de uma HQ são infinitas, uma vez que não está sujeita à logística hiperinflacionada de uma produção cinematográfica, e é mais atraente do que uma radiofônica.
Considerando estes dois fatores, entende-se porque a história “Dead…Till Proven Alive”, publicada originalmente na revista Batman 222 (de junho de 1970), seja tão lembrada por aficcionados tanto por HQ quanto por Beatles.
Paul McCartney – Memory Almost Full
Paul McCartney pode ser um artista menos apreciado fora dos Beatles (e por causa do que fez com eles) do que propriamente por sua carreira solo. Porém, é inegável que ele se manteve um artista top, com uma constante busca de sonoridades e idéias novas, sem esquecer o passado e sem render-se a ele.
Memory Almost Full é o 21º álbum de estúdio de Paul, e o disco onde ele finalmente acha o equilíbrio entre o que ele fez no passado (não só Beatles: você percebe traços de Wings, Paul+Linda e Paul solo no disco todo) e o que o presente melhor oferece em termos de suporte.
